domingo, 25 de novembro de 2012

Acúmulo

A vida é um acúmulo. De pessoas, emoções, segredos e medos.

Diferente de todos

queersummeratvenecia: Jogador Galeria http://www.playermen.com
Tu é diferente. Não é só diferente da maioria, é diferente de todos.

Sejam originais

Parem de gostar das coisas que mandam vocês gostarem, e, principalmente, parem de detestar as coisas que o mundo pede pra vocês detestarem. Sejam vocês mesmos, e sejam felizes com o que são.

Passado que sempre volta

Descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar.

Razões para tentar

Tentei esconder, tentei mudar. Tentei esquecer, tentei apagar. Tentei te dizer, tentei escutar. Agora só me resta parar de tentar.

Orgulho de ser quem sou

Eu, do fundo do meu coração, tenho um orgulho absurdo de ser quem eu sou. Não vou dizer que é fácil, e que nunca deu vontade de desistir, mas vale muito mais a pena continuar.

Libertador

censu:

Jolee Clare 
Levei um tempo até entender que pode ser muito libertador não se sentir parte de nada.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Amaria nem ter conhecido

Há quem duvide, mas é possível amar todo mundo. Alguns amamos ter por perto, outros amamos evitar, outros amamos bem longe. E tem aqueles que amaríamos nem ter conhecido.

Cansa

Mas simplesmente cansou de ser doce, com quem era amargo.

A vantagem

lylaandblu:

Yves Klein
Leap into the Void (photographed by Harry Shunk), 1960
gelatin silver print, 25.9 x 20 cm (10 3/16 x 7 7/8 in.)
As in his carefully choreographed paintings in which he used nude female models dipped in blue paint as paintbrushes, Klein’s photomontage paradoxically creates the impression of freedom and abandon through a highly contrived process. In October 1960, Klein hired the photographers Harry Shunk and Jean Kender to make a series of pictures re-creating a jump from a second-floor window that the artist claimed to have executed earlier in the year. This second leap was made from a rooftop in the Paris suburb of Fontenay-aux-Roses. On the street below, a group of the artist’s friends from held a tarpaulin to catch him as he fell. Two negatives—one showing Klein leaping, the other the surrounding scene (without the tarp)—were then printed together to create a seamless “documentary” photograph. To complete the illusion that he was capable of flight, Klein distributed a fake broadsheet at Parisian newsstands commemorating the event. It was in this mass-produced form that the artist’s seminal gesture was communicated to the public and also notably to the Vienna Actionists.
A vantagem de ser estranho é que isso te deixa mais forte.

Não existe certo e errado

Procurar um amor, não procuro a definição dele.

domingo, 11 de novembro de 2012

bolhas de sonhos XXXII

Boca fechada

Se as pessoas que falam de mim , soubessem o que penso delas ficariam caladas.

Ilusão X Realidade

Tropecei na ilusão e caí na real.

boca fechada

Eu aprendi a me manter de boca fechada, enquanto o coração gritava.

São só palavras

Eles vão falar, sempre falam. Vão julgar, sempre julgam. Vão fazer você se olhar no espelho e se perguntar se o que dizem sobre você é mesmo verdade. Mas o que você é, tá aí dentro. A verdade, tá aí dentro. Não deixe com que palavras a teu respeito façam quem você é. São só palavras…

Abismo pra si mesmo

Planejar a infelicidade dos outros é causar com as próprias mãos um abismo pra si mesmo.
danelleisnice:

MASK by *Belladonna-Mio

Melancolia XXVI

visualgspot:

Butterfly Nebula

Morrer de frio

Se a chama que está dentro de ti se apagar, as almas que estão ao teu lado morrerão de frio.

Não sou um corpo

Davide de Agostini
Não sei dizer como todas essas peças separadas conseguem ser eu. Eu não existo. Não sou um corpo. Quando estendo a mão a alguém, sinto que a outra pessoa está longe, como se estivesse noutro quarto, e que a minha mão também lá está. E quando  assôo receio que o meu nariz fique no lenço.

Invenções sobre mim

Engraçadas essas pessoas. Dizem que eu sou insignificante, mas não param de inventar significados pra cada detalhe meu.

O tempo não existe

E se disserem que o amor enfraquece com o tempo, diga a eles que o tempo não existe.

Tudo o que preciso


Eu aprendi que, algumas vezes, tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.

Milhares de finais todo dia

Milhares de pessoas nascem e morrem, milhares de relacionamentos começam e terminam, um objeto que quebra, a garrafa de café quase vazia, uma amizade de anos que já não era a mesma… Tudo, do simples ao inabalável, tudo chega ao fim. E há milhares de finais acontecendo todo dia.

Erro cometido

Às vezes você perdoa uma pessoa porque a falta que ela faz em sua vida é maior do que o erro que ela cometeu.

domingo, 4 de novembro de 2012

Valentia

magicalnaturetour:

Giant Leap :)source
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.

Ocultar verdades

As pessoas inventam mentiras sobre você, pois essa é uma forma de ocultar as verdades que existem nelas.

Já tenho tudo comigo

Você é diferente das outras pessoas, há algo em você que não me deixa ir embora, é como se fosse parte de mim, como se eu não precisasse ir a lugar algum, porque já tenho tudo comigo.

Forca

E com a mesma corda que eu me seguro, eu me enforco.

Melancolia XXX

Silêncio

ehreditario:

Francesca Wood
cestpas:

Untitled by Josephine Demme 
O silêncio responde até mesmo aquilo que não foi perguntado.