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sábado, 21 de janeiro de 2012

Povo Aborígene

Os aborígenes australianos descendem, provavelmente, de emigrantes africanos que, há cerca de cinquenta mil anos, cruzaram o mar, usando canoas e toscas embarcações. Nessa época, a Austrália era ligada à Nova Guiné e era muito mais verde e menos desértica do que hoje, possuindo vários rios caudalosos que se transformaram posteriormente em córregos ou desapareceram.
Os aborígenes australianos são nômades, caçadores e colectores de vegetais e praticam a religião animista. No deserto, as populações concentram-se onde há água em acampamentos temporários. As habitações são simples refúgios. Erguem proteções contra o vento com ramos e moitas e, se o solo for arenoso, escavam covas para ficarem mais protegidos do mesmo. Quando as noites são frias, dormem ao redor do fogo. O cão é o único animal doméstico.
Os homens caçam animais de grande porte como os cangurus e pescam. As mulheres recolhem os vegetais e o mel, caçam animais pequenos e apanham crustáceos.
Os aborígenes não o usam o arco e a flecha para caçar, mas servem-se de lanças, bastões e bumerangues. Para a coleta, utilizam o machado de pedra e o pau de escavar. Fabricam estes utensílios com madeira, ossos e pedra.
Preparam a comida directamente sobre as brasas, pois não têm recipientes de cozinha resistentes ao fogo.
Os casamentos fazem-se entre segundos primos. Em condições extremas, são possíveis as uniões entre clãs.
Não existe um governo tribal. Quando necessário, os chefes familiares desempenham transitoriamente o papel de chefes locais.
Os aborígenes não são guerreiros. Só recorrem à guerra em ocasiões raras, sobretudo para aplicar a justiça.
A cremação dos cadáveres é uma prática comum na sua cultura. E as pessoas mais importantes podem ser conservadas em troncos de árvore ocos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Beleza

A beleza mais bela, nunca é percebida pelo pobre de espírito, pois este é totalmente cego àquilo que se lhe apresenta á três dedos antes dos próprios olhos

domingo, 20 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Estética

A mulher que se preocupa em evidenciar a sua beleza anuncia ela própria que não tem outro maior mérito.

domingo, 9 de outubro de 2011

À beleza

És a beleza, enfim. És o teu nome. 
Um milagre, uma luz, uma harmonia,  
Mas sem corpo, sem pátria e sem família, 
Tudo repousa em paz no silêncio da tua estrela.
black-and-white:

127/365 | by kelly marie

domingo, 2 de outubro de 2011

Adoração

SOON
Não existe antídoto mais poderoso contra a baixa auto estima do que a adoração da beleza.

sábado, 24 de setembro de 2011

Deterioração

marrypotter:

Cari Ann Wayman
já não me importa o tempo
não me importa mais quanto tempo demora
Beleza não morre, deteriora.
can never keep track

domingo, 11 de setembro de 2011

Bruce Davidson

Fotógrafo americano nascido em 1933 e ainda na ativa. Suas fotografias são muito bonitas, muito humanas, e mostram uma América pobre, distante da imagem idealizada pelos filmes de Hollywood e pelas revistas. Suas fotos dos anos 50, por exemplo, nada têm do glamour e da graça que costumamos associar àquela época. Davidson se dedica a garimpar beleza na pobreza e no dia-a-dia mais banal.
DAB92005W00348/21-21A
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Negros, jovens desajustados, velhos, mendigos, minorias em geral e trabalhadores rurais são o que há de mais comum na obra de Davidson. Isso, associado ao contraste de seu PB, faz com que seu trabalho pareça atual.
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sábado, 20 de agosto de 2011

Abrir os olhos

Para toda beleza há um olho em algum lugar para vê-la. E se tivessemos um terceiro olho? O que veríamos?

domingo, 31 de julho de 2011

Mostre sua feiura

becoming more natural
Sem tristeza
um enfeite usarei
para embelezar meu rosto,
ela acompanha tudo que eu sinto
traz mil cortes e lágrimas de dor
não admite que eu minto.
Feiura, meu doce amor
venha e me dê uma abraço frio.
Usarei todas as lágrimas que derramei.
Minhas lágrimas não são feias,
elas são o máximo de beleza
que eu terei.